Dicas sobre Alimentação Infantil (Introdução Alimentar)

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde (MS) recomendam o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida, sem qualquer outro alimento líquido (água, sucos, chás e leites) ou sólidos, pois é comprovado que as crianças que deixam de ser amamentadas nos primeiros meses de vida e recebem alimentos não saudáveis, principalmente os industrializados, podem desenvolver doenças como obesidade, hipertensão e diabetes. A alimentação saudável favorece o crescimento e desenvolvimento adequado da criança, além de prevenir deficiências nutricionais e o aparecimento precoce de doenças, que anteriormente, eram mais comuns em adultos. 

Depois do sexto mês de vida, o leite materno não é capaz de, sozinho, garantir todos os nutrientes que o bebê precisa, especialmente o ferro, que pode causar anemia na criança, por isso, outros alimentos são necessários para complementar a alimentação. Essa idade é a mais recomendada para introdução de novos alimentos pois, antes dela, o sistema digestivo ainda não está preparado para digerir outros alimentos, além do leite materno. É nessa idade, também, que o sistema imunológico da criança estará mais forte para combater eventuais infecções ou alergias decorrentes da introdução precoce de novos alimentos.

A Alimentação complementar deve ser oferecida em intervalos regulares, respeitando o apetite da criança. Procure oferecer os alimentos de maneira regular, mas sem rigidez de horários, em intervalos de duas a três horas entre as refeições, para que a criança sinta vontade de se alimentar. No início, alguns alimentos podem ser rejeitados, porque tudo é novidade (a colher, o sabor e a consistência do alimento). Há crianças que se adaptam facilmente enquanto outras precisam de mais tempo. Nos primeiros dias, a mãe pode amamentar ao perceber que a criança ainda está com fome, caso não aceite bem os alimentos novos.

Uma alimentação variada é uma alimentação colorida, a cada dia um novo alimento de cada grupo deverá ser escolhido para compor a papa. As profissionais aconselham a oferecer duas frutas diferentes por dia, principalmente as amarelas ou alaranjadas que são ricas em Vitamina A

3.1 Carne moída

É importante estimular a criança a comer diariamente vegetais, legumes e frutas. Caso ela recuse, esses alimentos devem ser oferecidos novamente em outras refeições. Algumas podem precisar experimentar pelo menos de oito a dez vezes determinados alimentos até aceita-los, afirmaram as nutricionistas.

Fazer as refeições junto com a família ajuda a incentivar a criança a experimentar novos alimentos, por isso, é importante que, desde o começo da introdução alimentar, ela se sente à mesa. A cadeirinha de alimentação permite que a criança não só participe da refeição em família como aumenta o campo de visão dela. “A criança que vê os pais comendo fica mais propensa a experimentar os alimentos novos.

Por mais que a criança se negue a comer, tente manter a neutralidade emocional para não transmitir nervosismo. Segundo as nutricionistas, outro hábito a ser evitado é substituir as refeições. “Quando você faz isso, está ensinando ao seu filho que é só se negar a comer para ganhar aquilo que ela gosta, e fica tudo bem”, explicaram elas.

Mas o mais importante é ter paciência, que todos os bebes ao seu tempo concluirão a introdução alimentar.

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